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2.9.15

Hoje, como sempre, para sempre...



...e de todos os 365 dias do ano, este é sem dúvida o mais difícil...
...de todas as palavras que te poderia, queria dizer, as das 10 e 15 é as que mais me sufocam..
..fazes-me falta, tanta mas tanta...resta em mim apenas uma saudade atroz de todas as mil e uma coisas que te definem e que hoje inevitavelmente na minha mente fazem loop...
Permanecem as memórias claro, e aquele pedacinho teu que deixaste em mim, mas há dias, como hoje, que isso pura e simplesmente não chega...
Adoro-te!
(como sempre, para sempre!)

*parabéns

15.12.14

...do que se lê por aí...

"Se pela força da distância, tu te ausentas...

Pela força que há na saudade, tu voltarás sempre..."





(desconheço a autoria, mas subscrevo...

diariamente presente, no meu pensamento..no meu coração) 

2.9.14

Estado de espírito#6


'' - Esse é o problema com as coisas vivas. Não duram muito. Gatinhos num dia, gatos velhos no outro. E depois ficam só as lembranças. E as lembranças desvanecem e se confundem, viram borrões...''

 Neil Gaiman,  in "O oceano no fim do caminho''

18.8.14

(...)






" (...) deviam chover lágrimas, quando o coração nos pesa muito (...)" 
António Lobo Antunes

* Imagem daqui

P.S. O livro continua por ler, mas prometo-te
que do próximo mês não passa!


8.8.14

"How do you measure, measure a year?'



(Seasons of Love - Rent)


...eu queria, eu juro que queria mesmo muito, ser capaz de te conseguir escrever...
Pôr em palavras o vazio que ficou, ser eloquente e dar voz a esta saudade permanente que consome todos, e cada um daqueles cuja a vida tocaste...
Queria ser capaz de conseguir dizer-te, com todas as palavras bonitas e caras que tanto gostavas que usasse, o quão diariamente continuas presente não só em mim, mas em cada um de nós (e talvez assim e apenas assim, esta tua ausência física se torne minimamente suportável).
Ninguém, nunca em momento algum, está preparado para perder alguém que lhe seja importante, muito menos assim de forma tão repentina, tão abrupta...hoje olho para cada uma das "nossas" pessoas e nelas encontro eco de tantos pedacinhos de ti...tal facto não ameniza a saudade, muito menos ajuda a aceitar o que aconteceu...mas determina a certeza que passe o tempo que passar, aconteça o que acontecer...continuarás vivo enquanto cada um destes corações bater...
Hoje eu queria, juro que queria mesmo muito, ser capaz de te conseguir escrever...talvez amanhã tenha mais "inspiração" e consiga verbalizar decentemente tudo o que me sufoca o peito...talvez amanhã consiga ser mais concisa e coerente...
Sinto-te a falta!!
P.S. Ultimamente este trecho, ecoa constantemente no meu inconsciente e para ele só encontro apenas e sempre a mesma resposta: numa saudade imensa e eterna!

20.7.14

leituras (3)

(A culpa é das estrelas - John Green)


....e depois há livros que são assim, tão bons e marcantes que é quase impossível explica-los!  

*imagem daqui:

9.6.14

Estado de espírito #5


...entre a correria do meu dia-a-dia, o cansaço
provocado pelo trabalho e os sorrisos que em mim despertam...uma coisa permanece sempre...imutável...esta ausência tão persistentemente presente nas mais simples ninharias de cada dia...
(Faz-me falta!)





17.3.14

Desabafo#5

(...miss you!!)

"Hoje, adormeço com a lua por companhia.
Uma lua calada mas presente.
Uma luz brilhante, mas amedrontada.
Uma vontade calada, mas existente.
Uma saudade premente. Evidente. Frequente. E encurralada."
Rita Leston

3.3.14

That´s it! (2)



“Ah, respondendo à tua pergunta, sim, ainda a amo e enquanto o meu coração bater, o dela baterá dentro dele…”
desconheço a autoria, encontrado aqui...

...é, acho que é exactamente assim! Quando realmente gostamos de alguém, o sentimento fica sempre, talvez em menor escala, talvez sofra ligeiras alterações...mas permanece...sempre, para sempre! Hoje, sei-o melhor que nunca...

*imagem daqui

17.2.14

(...)


Hoje torna-se inevitável que não te escreva....parece-me irreal terem passado seis meses desde daquele dia, fecho os olhos e quase que sou transportada para aquele momento em que me ligaram, sei exactamente o que vestia e o que fazia, sei exactamente que horas eram…o tempo passa mas este vazio não atenua, o sentimento de injustiça aumenta e o “porquê” não me saí da cabeça…
De todos os futuros que dei por mim mil uma vezes a imaginar este definitivamente nunca foi um deles e como tal não sei de todo lidar com ele, não sei o que fazer, não sei o que pensar e sobretudo não sei o que sentir para além desta sensação de vazio e de dor constante…
Eu tento, juro por tudo que diariamente tento encontrar um motivo, uma justificação para teres saído das nossas vidas tão cedo, tão repentinamente, mas diariamente falho…falho e apenas um sentimento enorme de injustiça me preenche!
Dói, dói muito não só ter que aprender a lidar com a tua ausência, com este vazio no peito, na minha vida, nos meus dias...ter que aceitar que nada do que eu faça vai mudar o que aconteceu e que, por muito que eu ainda dê por mim a querer acreditar que não é verdade (que pura e simplesmente não pode ser), não posso negar a realidade!
 És presença constante no meu pensamento, praticamente todos os cantos e recantos desta cidade me lembram de ti e por momentos volto a ver-nos ali a lanchares comigo ou ouço trechos de conversas que tivemos...!  Por vezes ainda te procuro noutros rostos ou em cada carro que seja minimamente parecido ao teu (mesmo que eu o conheça quase tão bem como o meu).
Sinto-me sozinha sabes? Sinto falta dos nossos cafés, sinto falta das nossas conversas, dos nossos despiques, das nossas gargalhadas e até das nossas turras....sinto sobretudo falta de te saber ali, presente mesmo que centenas de quilómetros nos separassem , à simples distância de um telefonema, de uma mensagem ou de um computador ligado à Internet...
Queria poder voltar no tempo e ter mais cinco minutos contigo, poder dizer-te mais uma vez o quanto te adoro e o quão importante me és, dar-te um abraço daqueles mesmo apertados, poder olhar-te uma ultima vez e guardar o teu sorriso comigo!
 Quero, juro que quero fazer tudo o que estiver ao meu alcance para me tornar naquela pessoa da qual tu terias muito orgulho de seres amigo…mas a vontade falha-me e quase tudo o que me rodeia me parece tão insignificante!
Hoje não faço muito sentido eu sei (ainda menos do que o normal quando te costumo escrever), mas é que são tantas as coisas das quais te quero falar, das quais contigo gostava de debater que por vezes estas simplesmente se amontoam no cantinho da minha memória e se enrodilham de tal maneira que quando as quero expressar é bastante complicado fazê-lo e torno-me talvez apenas repetitiva e chata!
Como é suposto eu seguir em frente?
Fazes-me falta!

“Tem dias que só queremos tirar uma folga do mundo, dar uma pausa da vida, 
deixar de pensar, e sentir por alguns segundos, sem pressões, sem cobranças, 
sem lembranças, sem vontades, apenas um lugar que nos acolha,
 nos permita ficar e nos traga um pouco de paz.”
Imelda Sitole

*Imagem daqui

30.1.14

...e a propósito da celebração do dia da saudade....

"...sinto saudades de tantas coisas. 

E de algumas pessoas.
 Sinto saudades principalmente de quem sei não posso ver mais. 
De quem se ausentou sem pedir permissão. 
De quem foi "ali" e já não volta. 
Saudades de quem a vida trocou os planos.
 Saudades infindas. 
Que o tempo não apagará nunca. "
 - Rita Leston -

*(...sempre, para sempre...)

18.1.14

Porto seguro (2)

Uma vez escrevi-te um texto intitulado "porto seguro"...na  altura, cada um tinha ido para a sua universidade e eu sentia-te cada vez mais distante. Ainda hoje, das dezenas de textos que para ti escrevi esse é o meu preferido, talvez seja pela necessidade urgente que descobri em te dizer o que para mim eras antes que fosse demasiado tarde, não sei..não me recordo bem do que disseste sobre o mesmo, acho que na altura afirmaste ser reciproco e que independentemente do que a vida nos reservasse iria sempre ser verdade...
Não comecei 2014 da melhor maneira, a tua ausência fez-se sentir mais que nunca e como nunca senti a falta do meu porto seguro, dei por mim a concluir que estava tão errada quando acreditava que bastaria fechar os olhos e pensar em ti, lembrar-me de todas as memórias em conjunto, "fugir" novamente para ti e que novamente te poderia ouvir "ralhando-me" ou aconselhando-me consoante fosse o caso, para continuar em frente.
A verdade é que descobri que ao escolher fixar numa pessoa  e no nosso "não sei quê" o meu porto de abrigo me esqueci que este não poderia ser como eu tanto desejava, intemporal e constante...e que as memórias e recordações por muito boas que sejam serão sempre um reflexo muito difuso de ti, de nós...
Então chorei, mais até do que talvez há cinco meses, chorei porque finalmente entendi o significado das palavras "conforme o tempo for passando é que realmente a sua falta será sentida"...
Talvez um dia seja novamente capaz de encontrar um outro porto seguro, contudo duvido que seja capaz de abandonar por completo este que um dia em conjunto construímos por muito vazio e escuro que se encontre, por muito que este hoje apenas seja uma ruína do que um dia foi...
Assim, agora apenas me resta mergulhar nas lembranças e nos livros que a tua teimosia me ensinou a gostar quando a vida me ralhar e eu mais precisar do teu colo...pois quero muito acreditar que apesar de já não estares aqui fisicamente presente, continuas a viver em cada pedacinho que deixaste em todas e cada uma das pessoas com quem te foste cruzando…e como tal, enquanto eu preservar todos esses pedacinhos teus que em mim existem, posso continuar a acreditar que dizias a verdade quando afirmaste que sempre seríamos o porto seguro um do outro...
Fazes tanta falta, hoje e sempre!

"Amigos. Ultimamente eles têm sido meu porto seguro, meu refúgio. 
São eles com que posso confiar e sempre contar...
 e se um dia meu mundo desabar, eles serão as pilastras que manterão tudo de pé."
Marcela Menezes


17.1.14

Leituras (1)



(Irónico acabar por aleatoriamente escolher ler um livro e quase no fim descobrir que
fala exactamente do que mais tenho evitado ler/falar nos últimos meses!)


*foto daqui

4.1.14

De 2013 fica...

De 2013 fica sobretudo esta frase ouvida algures e que não poderia ter sido um reflexo melhor daquilo que aprendi neste último ano...

"Os que partem, nunca partem completamente e os que ficam, nunca ficam por inteiro." 
(desconheço a autoria)

16.12.13

Da tua ausência...

 (...) numa das dezenas de séries que vejo, uma personagem dizia que a voz é a primeira coisa que esquecemos de uma pessoa…dei por mim a confirmar involuntariamente com um movimento de cabeça…a verdade é que me é difícil lembrar-me exactamente da tua voz e recordo-me que esta minha dificuldade começou poucas semanas depois daquela semana horrível!
Por vezes faço um esforço deliberado para te ouvir de novo na minha mente, mas apenas a mim me ouço (irónico novamente quando me recordo muito bem de uma altura e de uma conversa em que te dizia que a “voz da minha consciência” tinha ganho o péssimo hábito de pedir emprestado o teu tom de voz)…mas às vezes quando apanho talvez distraído o meu consciente ouço-te a gargalhar sobre o facto de seres uma péssima pessoa por achares graça a um vídeo ao qual não deverias achar, e de novo sinto a tua falta! Parece que uma onda de tristeza me envolve e o sorriso morre nos meus lábios...

Tenho medo destes pequenos pormenores que vou esquecendo pois passam-me a ideia que a pouco e pouco te vou apagando da minha mente…e se isso acontecer será como se me habituasse à ideia de que já cá não estás, que já não me soa estranha e forçada esta tua ausência ou pior…será como se nunca teres existido, e isso, para mim é pura e simplesmente inaceitável, foste e és demasiado importante (...)



Ao som de: Grace Simon Webbe

Imagem daqui

20.9.13

Os meus pequenos nadas: eu e a saudade...

Quando o assunto é saudade eu sou extremamente portuguesa, sou saudosista até à modula...sou "apegada" por defeito a momentos e pessoas, cheiros e sensações, músicas e palavras...então acho que vivo em constante saudade, de alguém, de algo e às vezes até de mim mesma...
Não vivo contudo no passado, sei perfeitamente que cada novo amanhecer é um presente, uma oportunidade de criar novas e inesquecíveis memórias, já não sou tão "dependente" das pessoas como outrora e acredito que hoje sei quem me é essencial, quem teve um papel importante no meu caminho mas dele não faz mais parte (por todo um conjunto variado de motivos) e quem simplesmente não vale o meu tempo...
Sim,  se fosse um sentimento talvez fosse saudade e como tal, desde cedo aprendi a lidar com a mesma, se sinto a falta de alguém: ligo, procuro, faço-lhe saber; se sinto a falta de algo: rapidamente o procuro; ou se as memórias e recordações sem aviso prévio me visitam, deixo facilmente que as mesmas me inundem e estampem uma sorriso sereno nos meus lábios...
Não me considero por norma uma pessoa nostálgica ou melancólica, mas confesso que no último mês a saudade não tem "jogado limpo" comigo...
Como posso aliviar a falta que alguém me faz, quando já não mais lho posso dizer?
Como tapar "o buraco" enorme que na minha vida ficou, quando de um momento para o outro aquele "algo" tão nosso, tão único, me foi arrancado?
Só me resta as lembranças, mas essas rapidamente me traem também e escondem os pequenos pormenores que as faziam únicas...a melodia de uma voz, as palavras exactas proferidas, um cheiro...


* imagem daqui....e adorei a definição de saudade que encontrei aqui

12.9.13

Eu e a religião...

Desde que me lembro de ser gente que fui educada na fé católica, fui baptizada, frequentei assiduamente a catequese, e apenas não sou crismada (porque o sr. Bispo da minha Diocese teima em não vir à Freguesia e o Pároco da mesma teima em "não deixar" os fiéis fazê-la fora dela).
Não sou uma devota acérrima, tenho a minha própria visão da fé e de Deus, acredito piamente que tem que existir algo maior que me guie e dê um mínimo sentido a esta vida por vezes tão injusta. Tento, todos os dias agradecer aquilo que tenho, aquilo que conquisto/alcanço ao mesmo tempo que peço orientação para os meus passos e  protecção para todos aqueles que me amam e que amo...
Acredito que cada um seja livre de ter (ou não) a relação com a religião que desejar e por norma sou bastante reservada no que toca a este assunto, contudo se hoje toco no mesmo (e o faço de uma forma tão pública) é apenas porque a minha relação com esta, nunca esteve tão tremida e uma vez mais procuro colocar alguma ordem na confusão em que a minha cabeça e o meu coração se encontram.
Quando se perde alguém é difícil aceita-lo (exista ou não fé), as palavras são ocas e muitas vezes apenas mais um lugar comum, a procura por algo ou alguém que nos conforte é inevitável (ou pelo menos foi-o para mim)...
Contudo, a aceitação e o tão almejado "seguir em frente" tornam-se extremamente difíceis quando quem representa a religião que sigo se mostra de uma insensibilidade atroz e tamanha falta de tacto (sobretudo quando supostamente lida com questões como a perda e o luto tão regularmente), que nada melhor tenha a dizer, durante o sermão de uma missa de primeiro mês, do que apenas e passo a citar "o seu tempo aqui na Terra chegou ou fim", "nada mais precisava de dar" ou "os seus dias estavam contados", como foi hoje tantas e tantas vezes repetido.
Tenho dificuldade em lidar e aceitar a morte, sobretudo assim, repentina e tão cedo, de alguém que ainda tinha tanto para viver. Como tal  nunca tentei informar-me mais sobre o assunto e confesso que apenas sei o básico defendido pela fé católica: que a devemos aceitar e acreditar que a pessoa que parte, será absolvida de todos os seus pecados e como tal acolhida junto ao Senhor, todavia não acho de todo que o discurso hoje proferido por este representante da igreja tenha sido o mais adequado para qualquer um dos pais, familiares e amigos ali presentes e que apenas tentam de qualquer forma aplacar a dor.
Na impossibilidade de ter uma resposta à pergunta que não cala no fundo da minha mente (porquê), apenas gostaria de receber palavras que de alguma forma transmitissem a mim, mas sobretudo aquelas famílias enlutadas hoje, ali presentes, algum alento, por mais ínfimo que fosse...
Assim torna-se difícil seguir activamente uma fé, onde os párocos me parecem tão mal preparados.

Peço desculpa pelo desabafo enorme e confuso a quem me lê, mas este espaço é primeiramente meu, e tal como o nome indica, é apenas e só o meu reflexo.

"Há uma única religião, embora haja centenas de versões da mesma." 
George Bernard Shaw


A ti, que provavelmente te ririas de todo este "filme",
que me moirias o juízo com todos os teus argumentos
racionais e lógicos, contra cada um dos meus emocionais
e espirituais...
espero sinceramente que estejas melhor onde quer que estejas,
que a minha teimosia prevaleça sobre a tua e que um dia,
seja lá quando e onde for, 
nos possamos reencontrar e falar sobre o tanto que ficou por dizer...