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2.9.15

Hoje, como sempre, para sempre...



...e de todos os 365 dias do ano, este é sem dúvida o mais difícil...
...de todas as palavras que te poderia, queria dizer, as das 10 e 15 é as que mais me sufocam..
..fazes-me falta, tanta mas tanta...resta em mim apenas uma saudade atroz de todas as mil e uma coisas que te definem e que hoje inevitavelmente na minha mente fazem loop...
Permanecem as memórias claro, e aquele pedacinho teu que deixaste em mim, mas há dias, como hoje, que isso pura e simplesmente não chega...
Adoro-te!
(como sempre, para sempre!)

*parabéns

20.9.14

Desabafo #6

Há dias em que gostava de não ser "tão eu", em que pura e simplesmente me canso...
Há dias em que o "suposto melhor de mim" ganha proporções tão grandes que me sufoca o peito, me estrangula a respiração e silencia as palavras...
Há dias em que me farto, de amar demasiado, de me preocupar demais, de dar e querer em demasia (sempre em demasia)...
Não sou nem nunca consegui aprender a ser, de meios termos...sou de extremos:quando me entrego (ao que quer que seja) faço-o sempre por completo, quando gosto, gosto com o "coração todo" e por conseguinte quando sofro, sofro por inteiro...
Mas dias há em que me faz (tanta) falta um ponto de equilíbrio entre as minhas emoções demasiado (sempre demasiado) exacerbadas e a indiferença total a tudo o quanto me rodeia...
Há dias em que queria ser capaz de por breves momentos, não ser sempre "tão eu" e apenas e só deixar-me respirar, de o coração por uma vez vez que fosse, ouvisse a razão...
Há dias em que simplesmente nem eu mesma me consigo suportar...

*imagem daqui

2.9.14

Estado de espírito#6


'' - Esse é o problema com as coisas vivas. Não duram muito. Gatinhos num dia, gatos velhos no outro. E depois ficam só as lembranças. E as lembranças desvanecem e se confundem, viram borrões...''

 Neil Gaiman,  in "O oceano no fim do caminho''

18.8.14

(...)






" (...) deviam chover lágrimas, quando o coração nos pesa muito (...)" 
António Lobo Antunes

* Imagem daqui

P.S. O livro continua por ler, mas prometo-te
que do próximo mês não passa!


8.8.14

"How do you measure, measure a year?'



(Seasons of Love - Rent)


...eu queria, eu juro que queria mesmo muito, ser capaz de te conseguir escrever...
Pôr em palavras o vazio que ficou, ser eloquente e dar voz a esta saudade permanente que consome todos, e cada um daqueles cuja a vida tocaste...
Queria ser capaz de conseguir dizer-te, com todas as palavras bonitas e caras que tanto gostavas que usasse, o quão diariamente continuas presente não só em mim, mas em cada um de nós (e talvez assim e apenas assim, esta tua ausência física se torne minimamente suportável).
Ninguém, nunca em momento algum, está preparado para perder alguém que lhe seja importante, muito menos assim de forma tão repentina, tão abrupta...hoje olho para cada uma das "nossas" pessoas e nelas encontro eco de tantos pedacinhos de ti...tal facto não ameniza a saudade, muito menos ajuda a aceitar o que aconteceu...mas determina a certeza que passe o tempo que passar, aconteça o que acontecer...continuarás vivo enquanto cada um destes corações bater...
Hoje eu queria, juro que queria mesmo muito, ser capaz de te conseguir escrever...talvez amanhã tenha mais "inspiração" e consiga verbalizar decentemente tudo o que me sufoca o peito...talvez amanhã consiga ser mais concisa e coerente...
Sinto-te a falta!!
P.S. Ultimamente este trecho, ecoa constantemente no meu inconsciente e para ele só encontro apenas e sempre a mesma resposta: numa saudade imensa e eterna!

3.8.14

Que amor é este?

Que amor é este, que por mais que te tenha, nunca se dá por satisfeito? Que cresce e cresce dia após dia...
Que amor é este, que me faz perder por completo o norte, a cabeça e a noção do tempo ou do espaço? Que me torna tão "lapa" "melosa" e "pirosa"?
Que amor é este, tão exigente de presença, toque, sorrisos e cumplicidades...que me faz sentir-te a falta quando tu nem sequer ainda foste?
Que amor é este, que me faz tão faminta de ti...de nós? Que anula por completo todas as minhas cautelas e me faz sonhar alto?
Que amor é este? Defini-lo não me encontro capaz , e talvez seja melhor assim, não vá a sua essência perder-se entre vãs tentativas de uma definição...


"Amar assim até pode não ser saudável...mas faz-me tão bem!"
in "Prometo Falhar" 
Pedro Chagas Freitas

Ao som de: I Do - Colbie Caillat

Imagem daqui


22.6.14

...eu Vs a escrita...

...nesta eterna luta entre a minha necessidade de escrever e a produção de algo que valha efectivamente a pena ser lido...saio sempre a perder!
A minha mente e o meu coração constantemente mostram vontades opostas e o turbilhão em que me deixam só parece tender a acalmar quando escrevo...
Mas escrever nunca foi fácil e ultimamente falta-me o tempo para conseguir domar as palavras à minha vontade, falta-me a dedicação para escrever algo que realmente valha o tempo de quem por aqui vai passando...
Contudo, há dias (como o de hoje) em que a necessidade ganha à importância da qualidade (ou falta dela) do que fica marcado na folha branca...
Porque há dias em que mais nada acalma as emoções que tanto ameaçam engolir-me!
Assim, à laia da necessidade de auto preservação, o meu lado racional deixa que o emocional escreva e partilhe algo tecnicamente tão disperso e confuso e genuinamente tão pobre em conteúdo...

9.6.14

Estado de espírito #5


...entre a correria do meu dia-a-dia, o cansaço
provocado pelo trabalho e os sorrisos que em mim despertam...uma coisa permanece sempre...imutável...esta ausência tão persistentemente presente nas mais simples ninharias de cada dia...
(Faz-me falta!)





31.5.14

...

"Os amigos, como acontece com os amantes, também têm de ser escolhidos. Pode custar-nos não ter tempo nem vida para se ser amigo de alguém de quem se gosta, mas esse é um dos custos da amizade. O que é bom sai caro."

Miguel Esteves Cardoso, in 'Os Meus Problemas'

...e hoje, com muita pena minha (em alguns casos) constato que não poderia ser mais verídico!

17.3.14

Desabafo#5

(...miss you!!)

"Hoje, adormeço com a lua por companhia.
Uma lua calada mas presente.
Uma luz brilhante, mas amedrontada.
Uma vontade calada, mas existente.
Uma saudade premente. Evidente. Frequente. E encurralada."
Rita Leston

15.3.14

Da minha "mania" de pensar demasiado...

Se há coisa que me irrita na minha maneira de ser é o facto de sentir uma necessidade atroz de não só pensar, repensar e analisar tudo o que faço e digo mas também tudo o que os outros fazem e dizem...
Gostava mesmo de ser capaz de fechar os olhos e simplesmente me deixar levar, desligar o meu lado racional e deixar que por uma vez, o meu lado emocional comandar...
Ainda Não consigo, mas talvez o segredo esteja em praticar até aprender...pelo menos pretendo continuar a tentar!

“I think too much.
 I think ahead. I think behind.
 I think sideways. 
I think it all. If it exists, I’ve f*cking thought of it.”
Wiona Ryder

11.3.14

Leve...

Leve e com o coração "aquecido" é como me sinto quando volto a estar rodeada das "minhas pessoas", principalmente quando tenho sentido tanta necessidade de me isolar em mim...
Amizades verdadeiras são assim, capazes de perceberem o que não dizemos, capazes de nos deixarem ir e nos receber novamente de braços abertos, sem cobranças ou dramas desnecessários...
O tempo passa, a vida exige-nos que haja cada vez menos tempo...mas se o soubermos aproveitar, quando realmente se quer nada muda...
Ter novamente a constatação disso, depois de meses sem trocar notícias ou mais do que algumas conversas de circunstância, deixa-me extremamente satisfeita!
Porque sou construída de pedacinhos de todas as pessoas que cruzam o meu caminho e se diariamente faço por ser a melhor versão de mim mesma, muito se deve ao facto destas mesmas pessoas fazerem parte da minha vida...

"Amizades são feitas de pedacinhos. 
Pedacinhos de tempo que vivemos com cada pessoa.
 Não importa a quantidade de tempo que passamos com cada amigo, 
mas a qualidade do tempo que vivemos com cada pessoa. 
Cinco minutos podem ter uma importância muito maior do que um dia inteiro."
(Desconheço a autoria)                        

24.2.14

Leituras (2)


(vontade de ler este livro, ou qualquer outro
procura-se!)

*imagem daqui

20.2.14

Se me vires por aí...

Se me vires por aí e o meu silêncio estranhares...não te preocupes e deixa-me estar...
Tal como tu, também ele faz parte de mim e por vezes impõem-se à força de pura teimosia...obriga-me a parar, a resguardar-me em mim e para mim e a calar pensamentos e opiniões.
No tumulto constante em que a minha mente e o meu coração se enrodilham é apenas devido a ele que vou preservando a minha sanidade...
Se me vires por aí, não te apoquentes e segue...daqui a nada já te procuro e volto a ser aquela que sempre conheceste...mas por ora, deixa-me com o meu silêncio e não me faças mais perguntas, pois desconfio que mesmo que as respostas soubesse, não irias ser capaz de as realmente compreender!
Sou feita de sonhos, inseguranças e fantasmas, de objectivos e metas, de sorrisos simples e lágrimas difíceis...sobretudo sou ultimamente constituída de mais lugares sombrios do que luminosos e como tal, preciso que me deixes sozinha para que encontre um equilíbrio (mesmo que fraco) entre todos os meus lados...
É que sabes? Se me "roubas" o silêncio, não conseguirei ouvir o crepitar do fogo que ilumina esse caminho e ficarei perdida na escuridão dos meus sentimentos...
Por isso, se me vires por aí e o meu silêncio estranhares...não te preocupes e deixa-me estar...


(Devaneios de uma mente confusa)


"Se quisermos compreender alguma coisa, precisamos de nos dedicar ao silêncio."
Frederico Fellini 

17.2.14

(...)


Hoje torna-se inevitável que não te escreva....parece-me irreal terem passado seis meses desde daquele dia, fecho os olhos e quase que sou transportada para aquele momento em que me ligaram, sei exactamente o que vestia e o que fazia, sei exactamente que horas eram…o tempo passa mas este vazio não atenua, o sentimento de injustiça aumenta e o “porquê” não me saí da cabeça…
De todos os futuros que dei por mim mil uma vezes a imaginar este definitivamente nunca foi um deles e como tal não sei de todo lidar com ele, não sei o que fazer, não sei o que pensar e sobretudo não sei o que sentir para além desta sensação de vazio e de dor constante…
Eu tento, juro por tudo que diariamente tento encontrar um motivo, uma justificação para teres saído das nossas vidas tão cedo, tão repentinamente, mas diariamente falho…falho e apenas um sentimento enorme de injustiça me preenche!
Dói, dói muito não só ter que aprender a lidar com a tua ausência, com este vazio no peito, na minha vida, nos meus dias...ter que aceitar que nada do que eu faça vai mudar o que aconteceu e que, por muito que eu ainda dê por mim a querer acreditar que não é verdade (que pura e simplesmente não pode ser), não posso negar a realidade!
 És presença constante no meu pensamento, praticamente todos os cantos e recantos desta cidade me lembram de ti e por momentos volto a ver-nos ali a lanchares comigo ou ouço trechos de conversas que tivemos...!  Por vezes ainda te procuro noutros rostos ou em cada carro que seja minimamente parecido ao teu (mesmo que eu o conheça quase tão bem como o meu).
Sinto-me sozinha sabes? Sinto falta dos nossos cafés, sinto falta das nossas conversas, dos nossos despiques, das nossas gargalhadas e até das nossas turras....sinto sobretudo falta de te saber ali, presente mesmo que centenas de quilómetros nos separassem , à simples distância de um telefonema, de uma mensagem ou de um computador ligado à Internet...
Queria poder voltar no tempo e ter mais cinco minutos contigo, poder dizer-te mais uma vez o quanto te adoro e o quão importante me és, dar-te um abraço daqueles mesmo apertados, poder olhar-te uma ultima vez e guardar o teu sorriso comigo!
 Quero, juro que quero fazer tudo o que estiver ao meu alcance para me tornar naquela pessoa da qual tu terias muito orgulho de seres amigo…mas a vontade falha-me e quase tudo o que me rodeia me parece tão insignificante!
Hoje não faço muito sentido eu sei (ainda menos do que o normal quando te costumo escrever), mas é que são tantas as coisas das quais te quero falar, das quais contigo gostava de debater que por vezes estas simplesmente se amontoam no cantinho da minha memória e se enrodilham de tal maneira que quando as quero expressar é bastante complicado fazê-lo e torno-me talvez apenas repetitiva e chata!
Como é suposto eu seguir em frente?
Fazes-me falta!

“Tem dias que só queremos tirar uma folga do mundo, dar uma pausa da vida, 
deixar de pensar, e sentir por alguns segundos, sem pressões, sem cobranças, 
sem lembranças, sem vontades, apenas um lugar que nos acolha,
 nos permita ficar e nos traga um pouco de paz.”
Imelda Sitole

*Imagem daqui

21.1.14

Disparates do coração IV


...e isso por agora vai chegando!


"O coração da mulher é um labirinto de subtilezas
 que desafia a mente grosseira do homem trapaceiro.
Para realmente possuir uma mulher,
 é preciso pensar como ela,
 e a primeira coisa a fazer é ganhar a sua alma.
O resto, o doce e fofo embrulho
 que nos faz perder os sentidos e a virtude, 
vem por acréscimo."
 Carlos Ruiz Zafón, em A Sombra do Vento

*Imagem daqui
 (completa e irremediavelmente, 
rendida a este página!) 

17.1.14

Leituras (1)



(Irónico acabar por aleatoriamente escolher ler um livro e quase no fim descobrir que
fala exactamente do que mais tenho evitado ler/falar nos últimos meses!)


*foto daqui

14.1.14

Há alturas...

Há alturas que um aperto no peito me domina, o choro sufoca na garganta e nenhum trecho de livro ou algum episódio das dezenas de séries que vejo consegue aplacar ou fazer abstrair-me deste sentimento...
Há dias que o barulho de tantas perguntas, "ses" e incertezas ensurdece a minha mente e nem o silêncio do escuro do meu quarto resolve...
Há momentos em que tamanha tristeza me domina que nenhum dos beijos lambuzados de chocolate ou dos abraços de "urso" do menino dos meus olhos, afasta...
Há alturas em que me sinto só, verdadeira e terrivelmente só...presa ao centro do palco quando todos já abandonam a sala de espectáculos...
Há dias em que sinto por demais a falta do meu porto seguro e das conversas que me faziam abstrair de tudo em meu redor...
Há momentos em que pura e simplesmente já não sei o que sentir, o que pensar ou o que fazer! 


"Quantas vezes tenho vontade de encontrar não sei o que,
não sei aonde, para resgatar alguma coisa que nem sei o que é nem onde perdi!"
Clarice Lispector

*Imagem daqui