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6.4.12

Se por acaso algum dia notares que notícias, da minha parte deixaste de receber,  que as demonstrações espontâneas de afecto e carinho tão características em mim, a ti deixaram de chegar...
Não me julgues precipitadamente, tira cinco minutos do teu dia e reflecte. Conta quantas mensagens ou telefonemas me dispensaste no último ano, quantos momentos importantes ou corriqueiros da tua vida, nesse mesmo espaço de tempo comigo partilhaste, nos cafés e saídas que apesar de tantas vezes prometidos/combinados nunca se concretizaram.
Não criar expectativas sobre pessoas, relações ou situações é extremamente complexo e difícil e eu, como mera humana que sou, falho constantemente tal objectivo. Assim, por mais que as expectativas sejam mínimas e que o tempo me vá tornando cada vez mais imune a decepções, estas ainda ocorrem, com mais frequência ou intensidade do que aquela que eu queria/gostaria.
Desculpa-me o silêncio no qual me refugiei nos últimos dias, desculpa-me o isolamento no meu cantinho ao qual ninguém deixo ter acesso, mas desta vez (apenas desta vez) preciso que sejas tu a apostar, a correr atrás a provar aquilo que tão facilmente se torna demasiado fácil de verbalizar.


"A vida fica bem mais fácil se você mantém baixas as expectativas de todo mundo."
Bill Waterson, in Calvin and Hobbes

p.s. Voltei! Obrigada pelos comentários e apoio/atenção e carinho com que me brindaram no meu último post. Há por vezes em mim, uma necessidade de me isolar e recolher em mim, para redefinir metas e prioridades. Prometo responder nos próximos dias aos desafios em atraso ;)

1.4.12

Era só isto...

Nos últimos dias...
permanece uma tristeza no olhar,
um sufoco no peito,
uma dificuldade em me expressar (mesmo por palavras de outros).
Não sei o porquê ou tão pouco quanto tempo durará.

25.3.12

Abraça-me apenas...

Abraça-me apenas, deixa que o meu rosto no teu ombro encontre repouso, enlaça os teus braços em meu redor e talvez assim eu finalmente encontre alguma paz.
Quebra esse silêncio no qual te refugias. Fala, graceja ou divaga sobre algo de inestimável conteúdo ou apenas assuntos mundanos e corriqueiros, mas fala…ouvir a tua voz acalma esta ânsia que me consome.
Mergulha nos meus olhos e talvez encontres as respostas que tanto procuras. Descortina lentamente cada pensamento em desalinho que na minha cabeça à muito já fez moradia.
Permanece ao meu lado por momentos e quem sabe consigas verbalizar correctamente o que eu pareço incapaz de sequer perceber quanto mais explicar…ou então, abraça-me apenas!


   (...porque dias/alturas há que me irrito com esta minha maneira de ser, e preciso de receber o que tão facilmente dou)


"O homem ama a companhia, mesmo que seja apenas a de uma vela que queima."
Georg Christoph Lichtenberg

21.3.12

Eu*

"Eu
Eu sou a que no mundo anda perdida,

Eu sou a que na vida não tem norte,
Sou a irmã do Sonho, e desta sorte
Sou a crucificada ... a dolorida ...
Sombra de névoa ténue e esvaecida,
E que o destino amargo, triste e forte,
Impele brutalmente para a morte!
Alma de luto sempre incompreendida! ...
Sou aquela que passa e ninguém vê ...
Sou a que chamam triste sem o ser ...
Sou a que chora sem saber porquê ...

Sou talvez a visão que Alguém sonhou,
Alguém que veio ao mundo pra me ver
E que nunca na vida me encontrou! "
Florbela Espanca, in "Livro de Mágoas"


...hoje é o dia mundial da poesia, soubera eu escrever assim e talvez a minha escrita tivesse valor, sou fã de poesia (confesso que apenas ainda li autores portugueses), acho que qualquer texto escrito desta forma terá mais valor, pois é necessário encontrar as palavras certas e não é qualquer uma que serve.

*... se fosse um poema teria necessáriamente que ser este...

14.3.12

Quando nem eu me percebo

Quando a noite cai, o dia acalma e por fim respiro, dou por mim novamente a cair em velhos hábitos…
A apatia, companheira de tantas noites, regressa uma vez mais. Envolve-me bem forte num abraço nada amigável.
A voz emudece durante horas e a vontade, em solidariedade a ela rapidamente se junta. Procuro incessantemente o porquê de tal disposição novamente, mas respostas (se as há) nunca encontro.
Dúvidas, medos e receios tão familiares, uma vez mais povoam o meu pensamento.
Teimosa, recolho-me em mim e na escuridão tento encontrar luz. Analiso um a um todos os sentimentos que me murmuram ao ouvido, mas nenhum parece ser motivo suficiente.
O sono tarda e na escrita procuro refúgio, mas ela, só em plena madrugada concorda em colaborar. Contudo o que fica escrito é apenas um grão de areia no deserto que hoje me define...


P.S. e a impossibilidade de comentar alguns blogs perdura...

11.3.12

Singularidades minhas: a escrita (post provavelmente sem muito nexo)

Escrever tornou-se para mim, principalmente desde que este blog existe, mais do que um gosto, uma necessidade tremenda.
Escrever ajuda-me a entender sentimentos e/ou pensamentos tantas vezes confusos demais para fazerem sentido de outra forma.
Escrever é o meu escape e o meu porto seguro quando a tristeza ou apatia se apoderam de mim e, talvez exactamente por isso a maioria dos meus post's falem sempre sobre o mesmo assunto, vezes e vezes sem conta.
Ultimamente, escrever tornou-se difícil, a inspiração escondeu-se algures e não dá sinais de querer regressar. As palavras brincam comigo e recusam-se a fazer qualquer sentido ou nexo, o tempo não colabora e parece ser cada vez menos. A vontade permanece imutável, fiel guardiã desta necessidade que a cada dia é maior e que nunca se sacia...
Até o simples acto de escrever um comentário (minimamente aceitável, para mim) nos blogs que diariamente acompanho se tornou complicado nos últimos tempos.
Assim, fico quietinha no meu canto, esperando ansiosamente dias melhores


"Escrever é um excesso imperdoável que nasce da Falta."
Carpinejar


(foto retirada daqui: http://weheartit.com/entry/9363048)

6.3.12

Dos meus dias...*



Aos meus dias ultimamente faltam-lhe horas:
Horas para dormir decentemente, horas para aproveitar o sol que pela janela do quarto ou da biblioteca diariamente me tenta.
Horas para estar com a minha família, principalmente os meus primos que conseguem sempre a proeza de "recarregar-me as baterias" mesmo quando me deixam exausta.
Horas para visitar a madrinha ou sequer as pessoas que deixei no meu estágio...
Aos meus dias ultimamente faltam-lhe minutos:
Minutos para ver uma série, um filme ou ler um trecho de um bom livro.
Minutos para fazer um telefonema, enviar um mail ou sms aos meus amigos, apenas porque sim, apenas para que saibam que continuo "viva"...
Minutos para viajar descansadamente à descoberta da blogosfera...
Aos meus dias ultimamente faltam-lhe segundos:
Segundos para fechar os olhos e simplesmente respirar...


"O ócio torna as horas lentas e os anos velozes. A actividade torna as horas rápidas e os anos lentos."
(Cesare Pavese)




*Raio de relatório que nunca mais fica pronto

4.3.12

02.02.2010

Quero escrever pelo simples prazer de escrever. Quero sorrir só porque sim, ouvir musica a altos berros, dar piruetas, dançar de olhos fechados, dar pulinhos de felicidade e sentir a chuva cair de mansinho na minha cara.

Não quero esconder nada do que penso ou sinto nem me refugiar na apatia, não quero fingir mais que os meus problemas não me vergam as costas e não me dificultam a tentativa de olhar em frente, muito menos me quero socorrer de sorrisos fingidos para evitar olhares piedosos.
Fecho os olhos, respiro fundo, quero entrar na luta e não me deixar dar por vencida, encontrar alegria em pequenas coisas e em gestos insignificantes. Quero ser o pequeno, mas teimoso barco que audaciosamente enfrenta a tempestade e a vence quando em bom porto consegue atracar.
Não quero perder tempo em análises, em demandas pelos porquês nem tão pouco esperar que o carrossel de emoções pare e que as tonturas e vertigens passem. Não pretendo lamentar a perda da felicidade passada e muito menos perder tempo fazendo previsões do que um dia poderia ter sido ou como poderia ter ocorrido
Quero viver o meu agora, o melhor que souber, o melhor que puder, aproveitar cada minuto gastando-o em tudo o que me dá verdadeiro prazer, faz sorrir os meus olhos e aconchega a minha alma
Quero ser Feliz AQUI e AGORA, apenas porque posso, apenas porque somente de mim depende…



(inspiração, onde andas tu, quando mais preciso de ti?)

28.2.12

Estado de espírito

...e  ainda dói, mais do que me lembrava ou gostaria, cada vez que me recordas (mesmo que de forma não intencional) que cada uma das promessas feitas continuam por realizar, condenadas por ti ao esquecimento, mas sempre presentes em mim, mesmo quando delas por vezes finjo não me lembrar.
Adorava não ter esta memória de "elefante" que não me deixa esquecer cada palavra outrora proferida e gostava ainda mais de não ter este coração que continua a gostar e a se preocupar mesmo depois tantas vezes espezinhado.

(..sei bem que há muito já eu deveria ter aprendido, que de ti, nada posso esperar e que é esta, a melhor forma para conseguir desfrutar, as "migalhas" de afecto e atenção que por vezes te lembras de oferecer, mas nem sempre a razão leva a melhor nesta eterna luta com a emoção...)

"Tem coisas que palavras não dizem, somente o olhar expressa, e o carinho confirma."
 (Mário Pires)

25.2.12

24.2.12


....e ela voltou! Depois de quase quatro meses longe:
* as parvoíces ditas da boca para fora,
*as gargalhadas até  doer a barriga,
*as músicas cantadas fora do tom,
*as brincadeiras e conversas que apenas para nós fazem sentido,
* as frases que uma começa e a outra acaba,
VOLTARAM...confesso já me faziam falta, o dia assim corre tão mais depressa e até o trabalho se torna mais convidativo!


23.2.12

Nostalgia, música, memórias e uma boa dose de parvoíce

De vez em quando dá-me assim uma nostalgia e dou por mim a ouvir músicas que marcaram o meu passado. Esta é uma delas (a letra talvez não seja nada de especial, mas tendo em conta que foi escrita quando o Sérgio tinha 12 anos dá-se um desconto...).
Ouvi-la transporta-me  imediatamente para uma noite perdida algures pelos meus anos de adolescente, testemunha silenciosa de uma serenata ao luar feita por um rapaz completamente apaixonado...foi das coisas mais ternurentas que testemunhei na vida, e é exactamente por estes pequenos grandes pormenores que a romântica que há em mim faz ouvidos moucos ao seu lado racional que em vão lhe berra que a pessoa teria 13/14 anos e mal saberia o que é amor, bate o pé e se recusa a acreditar que algures por esse mundo não andará o seu príncipe (des)encantado.
(Mesmo quando os rapazes que conheço pareçam ter caído de forma colectiva num poço de estupidez e pareçam estar cada vez mais inreconhecíveis...)





p.s. (não, a música não me tinha como destinatária!)

"Que venham os príncipes desencantados, porque encantados mesmo tá difícil encontrar no mercado. "  Ninah Alves

22.2.12

Deixem-me falar-vos de uma das cidades de um Reino Maravilhoso: Vila Real

Cresci entre terras suíças e portuguesas, entre em constantes viagens, conheci as paisagens espanholas, francesas e alemãs.
Visitei os Alpes Suíços, o lago de Zurique ou os mais variados recantos da terra que todos os Verões era a minha casa.
Faço parte de uma família enorme, espalhada por Portugal e terras Franco-suíças, devido a ela conheço Braga, Famalicão, Lisboa, Porto, Algarve e Alentejo, nas paisagens amareladas e serenas deste último encontrei refúgio quando mais precisei...mas sempre voltei ao norte.
Sou transmontana de gema, orgulhosa vila-realense, adoro viajar, sozinha ou acompanhada, e ver o que me espera para lá do Marão. Mas não trocava as minhas montanhas de paisagens verdejantes, nem o meu Douro vinhateiro por mais apaixonada que seja pelas searas alentejanas ou as paisagens suíças que tornam tão maravilhosos os postais que delas guardo, muito menos as festas da minha cidade no verão ou em plena época de santos populares...

Porque aqui, o progresso talvez demore a chegar e nem sempre me é fácil aceita-lo mas talvez seja esse facto que ainda permita desfrutar o ar puro no parque da cidade, não perder horas e horas em filas de trânsito.
Sou uma das ditas "jovens do interior" motivo de reportagem da SIC no Domingo passado e adoro tal facto. Não sou citadina, muito pelo contrário, sou menina da aldeia com o maior orgulho, gosto de conhecer todos os meus vizinhos, poder sair e pedir emprestado uma caneca de "açúcar", participar nas festas tradicionais da terrinha, não saber o preço a que estão os vegetais ou o azeite num supermercado por ser algo que aqui em casa sempre se cultivou.
Sou natural de uma terra habituada a ver partir os seus em busca de melhores oportunidades, sou filha e sobrinha de pessoas que isso fizeram e como tal sei perfeitamente que num Portugal cada vez mais difícil de viver esse será também o meu caminho. Mas sei, tal como eles é aqui que sempre regressarei, pois é aqui que a minha alma pertence!


(andasse eu inspirada e talvez assim conseguisse transmitir melhor a essência deste Reino Maravilhoso, assim deixo-vos as palavras de Miguel Torga, ele sim verdadeiro escritor que melhor que eu descreveu esta paixão como um só filho desta terra poderia fazer)


" (...)
- Para cá do Marão, mandam os que cá estão!...
Sente-se um calafrio. A vista alarga-se de ânsia e de assombro. Que penedo falou? Que terror respeitoso se apodera de nós?
Mas de nada vale interrogar o grande oceano megalítico, porque o nume invisível ordena:
- Entre!
A gente entra, e já está no Reino Maravilhoso.
A autoridade emana da força interior que cada qual traz do berço. Dum berço que oficialmente vai de Vila Real a Chaves, de Chaves a Bragança, de Bragança a Miranda, de Miranda a Régua.
Um mundo! Um nunca acabar de terra grossa, fragosa, bravia, que tanto se levanta a pino num ímpeto de subir ao céu, como se afunda nuns abismos de angústia, não se sabe por que telúrica contrição. (...)"
Miguel torga *


*quem quiser ler o texto na íntegra é favor clicar: http://sigurhead.blogs.sapo.pt/22462.html

p.s. foto retirada do facebook Daniel Camacho photografy

21.2.12

reflexão diária (ou então um momento de puro egocentrismo!)

...por vezes há coisas que nos fazem parar, tirar cinco minutos do nosso dia e reflectir.
 Fazer um balanço de todo um caminho pecorrido, avaliar os ganhos e as perdas e perceber o que foi aprendido.
Hoje como nunca percebo que tudo tem o seu tempo, que se o desfecho de algo foi de determinada maneira era porque assim teria que ser.
Agora mais do que nunca acredito que melhores dias me esperam e que todos os percalços do caminho apenas servem para que quando eles chegarem saibam valorizar e agradecer diáriamente o que me foi dado.
Hoje, não poderia estar mais orgulhosa em quem me tornei e nas escolhas que fiz...(sei que para quem lê poderá soar a egocentrismo na falta de palavra melhor, mas quem me conhecer decerto saberá como o caminho até tal conclusão foi difícil e árduo para uma pessimista crónica).



"Nossas atitudes escrevem nosso destino. Nós somos responsáveis pela vida que temos. Culpar os outros pelo que nos acontece é cultivar a ilusão. A aprendizagem é nossa e ninguém poderá fazê-la por nós, assim como nós não poderemos fazer pelos outros. Quanto mais depressa aprendermos isso, menos sofreremos."

                                                                                                                                    Zíbia Gasparetto

17.2.12

Das pequenas coisas...


Uma pessoa decobre que cresceu quando...percebe que a felicidade está nas mais pequenas coisas.
 Não há muito tempo se me perguntassem se era feliz diria prontamente que não,  diria que me faltava ter X ou atingir Y. Mas a vida corre, cada vez mais indiferente ao que eu quero ou preciso e como tal aprendi que posso ser perfeitamente feliz...aqui e agora, com o que tenho e com o que já alcancei.
E sabem que mais? Não há sensação melhor!!
 Cada vez mais, dou por mim de sorriso rasgado no rosto no final do dia..."apenas" porque o passei junto de quem gosto, "apenas" por rimos e trocamos confidencias ou "apenas" porque tinha companhia (mesmo que silenciosa) durante um dia de "trabalho", vi as traquinices de uma criança ou porque hoje o sol brilhava lá fora, apesar do frio.






"Quantas vezes a gente, em busca da ventura,

Procede tal e qual o avozinho infeliz:

Em vão, por toda parte, os óculos procura

Tendo-os na ponta do nariz!"

Mário Quintana
p.s. sejam felizes sim?

15.2.12

Paz de espírito

Procurei a paz que levaste contigo no dia em que partiste em tantos cantos e recantos que se agora  todo os tivesse que enumerar não seria capaz.
Procurei-a na música, desde da  mais calma melodia até aquela que de música já pouco tem, ouvi mil vezes as músicas que eram nossas na esperança que fosse aí que ela tivesse encontrado abrigo.
Procurei-a em livros, histórias e historietas parecidas à nossa na tentativa de descobrir respostas que sossegassem o meu coração e permitisse o regresso da tão desejada paz de espírito.
Procurei-a na natureza, onde esta vinha sempre ao meu encontro se eu assim o quisesse, descortinei cada paisagem, cada lugar nosso ou apenas meu, observei atentamente o céu azul e a água cristalina do rio, escutei cada canto que esta tinha para me oferecer mas, pela primeira vez nada encontrei.
Procurei-a por fim em outros rostos, outros toques e carinhos iludindo-me ao pensar que finalmente teria descoberto a solução, mas era de outro género a paz que estes me ofereciam.
Exausta e bem perto de desistir descubro-a por acaso...ela chega de mansinho, instala-se sossegadamente em mim quando me sento assim, frente a frente,  sem um toque ou palavra sequer, apenas a tua presença...ali ao pé de mim.

"A amizade começa quando, estando juntas, duas pessoas podem permanecer em silêncio sem se sentir constrangidas"
Tyson Gentry

(...devaneio de hoje... ou então como a companhia das minhas pessoas me anda a fazer demasiada falta...acho que só à bem pouco tempo pude comprovar a exactidão desta frase..)

10.2.12

Odeio quando o meu cérebro se lembra de fazer birra bloqueando, pura e simplesmente em frente a uma folha em branco...
O sinal intermitente do cursor fielmente à espera que algo novo seja digitado irrita-me ainda mais, tento vezes sem conta mas a minha mente continua completamente vazia e eu sinto-me mais que frustrada!
Os minutos passam e dão lugar às horas e o cursor continua a piscar, querendo lembrar-me constantemente que cada segundo desperdiçado é um luxo ao qual não me posso dar, não se quiser ter uma nota minimamente aceitável...
Depois de todas as peripécias e percalços com este estágio, escrever o relatório deveria ser a parte mais fácil...
Deveria, mas não é, porque a minha auto-exigência e perfecionismo deixa-me à beira de um ataque de nervos tal que dou por mim  a hiperventilar quase em lágrimas, com medo de não ter tempo suficiente para fazer um bom relatório porque pura e simplesmente o meu cérebro parece ter tirado umas férias quando mais preciso dele!!

8.2.12

The perfect day (uma das suas variações pelo menos)

...e o dia de hoje resumiu-se a isto:
*Manhã passada no voluntariado, com muitas gargalhadas e risadas;
*Almoço numa óptima companhia onde confidencias foram reveladas;
*Aventuras rodoviárias destravadas;
*Lanche com duas amigas que estão longe mas sempre perto (no meu coração) com novidades a precisarem de ser partilhadas;
* Estudo acompanhado pela simpatia em pessoa;

Todo bem recheado de muitos abraços, beijinhos e miminhos é claro!!
ADORO ADORO ADORO dias assim, partilhados com as minhas pessoas...porque independentemente do que se faça, estará sempre ganho...

6.2.12

Nova filosofia de vida


(...o primeiro passo é tentar, esse eu já dei, agora...Agora é esperar para ver...)


*ADORO este sentimento de leveza...