“ Não vás ainda, fica mais um pouco…
Não fales, não digas nada, não te justifiques…
Sim, eu sei que tens que ir, sim eu sei porque tens que ir…
Mas não vás ainda…
Deixa-me prolongar este momento, abraça-me, beija-me…
Pois assim será mais fácil invocar esta recordação…
Pois assim talvez não sinta tanto a tua falta, agora que partes…
Não vás ainda…
Recorda-me de novo porque não podes ficar, será que não podes mesmo?
Sim, sei que não…é apenas a minha vontade de não teres que partir a falar…
Vai, agora vai, antes que doa demasiado, antes que não consiga aguentar conter as lágrimas e o meu sorriso se desfaça…
Agora que foste conto os dias que faltam para te ver novamente, para te ter de novo nos meus braços…
Sendo apenas por saber que voltarás que te deixo partir…”
Isto sou eu...o que me define, o que penso, o que acho, o que sinto, como o sinto e por quem o sinto...este é o meu mundo, no seu melhor e pior...este é O MEU REFLEXO...
31.3.09
Não vás ainda...
28.3.09
espero por ti

Espero por ti todos os dias, hora após hora…
Mas nunca chegas…
Chamo por ti diariamente, seja numa palavra, num gesto, num olhar, num sorriso ou numa lágrima…
Mas tu não vês e nunca chegas…
Penso em ti e tento trazer-te de volta, tento ver-te ali, bem juntinho a mim…
Mas a tua imagem desvanece-se no ar e nunca ficas mais que meros segundos…
Procuro distinguir-te entre a multidão que me rodeia…
Mas nunca te encontro…
Fecho os olhos e tento assim ouvir a tua voz, para que a possa seguir e assim chegar a ti…
Mas falho sempre, e a ti não chego…
Sonho contigo todas as noites, para assim não esmorecer a memória que tenho da tua imagem, para tentar ver pormenores que me possam ter escapado, para te reconhecer quando cruzares o meu caminho…
Mas nunca és mais que isso, um simples sonho de uma sonhadora idiota…
Será que algum dia chegarás?
Mas nunca chegas…
Chamo por ti diariamente, seja numa palavra, num gesto, num olhar, num sorriso ou numa lágrima…
Mas tu não vês e nunca chegas…
Penso em ti e tento trazer-te de volta, tento ver-te ali, bem juntinho a mim…
Mas a tua imagem desvanece-se no ar e nunca ficas mais que meros segundos…
Procuro distinguir-te entre a multidão que me rodeia…
Mas nunca te encontro…
Fecho os olhos e tento assim ouvir a tua voz, para que a possa seguir e assim chegar a ti…
Mas falho sempre, e a ti não chego…
Sonho contigo todas as noites, para assim não esmorecer a memória que tenho da tua imagem, para tentar ver pormenores que me possam ter escapado, para te reconhecer quando cruzares o meu caminho…
Mas nunca és mais que isso, um simples sonho de uma sonhadora idiota…
Será que algum dia chegarás?
26.3.09
Queria Ser...

Queria ser o sol que aquece as tuas manhas…
Queria ser a chuva que molha a tua janela…
Queria ser a brisa inesperada que te arrepia…
Queria ser a música que ouves…
Queria ser o barulho que desperta a tua atenção…
Queria ser o motivo do teu sorriso…
Queria ser a palavra que escapa da tua boca…
Queria ser o ar que te envolve…
Queria ser a tua motivação para continuar…
Queria ser presença constante na tua vida…
Queria ser…
Queria ser tudo e nada…
Queria ser tudo para ti, mar, terra, ar e fogo…
Queria ser nada, nada do que sou…
Apenas queria ser por ti notada…
Apenas queria fazer parte de tudo o que fazes, de tudo o que és…
Queria ser…
Queria ser a chuva que molha a tua janela…
Queria ser a brisa inesperada que te arrepia…
Queria ser a música que ouves…
Queria ser o barulho que desperta a tua atenção…
Queria ser o motivo do teu sorriso…
Queria ser a palavra que escapa da tua boca…
Queria ser o ar que te envolve…
Queria ser a tua motivação para continuar…
Queria ser presença constante na tua vida…
Queria ser…
Queria ser tudo e nada…
Queria ser tudo para ti, mar, terra, ar e fogo…
Queria ser nada, nada do que sou…
Apenas queria ser por ti notada…
Apenas queria fazer parte de tudo o que fazes, de tudo o que és…
Queria ser…
24.3.09
olha dentro dos meus olhos
Olha dentro dos meus olhos…
Ainda encontrarás pequenos fragmentos da pessoa que um dia fui?
Ainda saberás que sou eu?
Terei mudado para melhor ou pior?
Terá valido a pena a mudança?
Não sei, não quero saber …
Só quero que gostes de mim pelo que sou…não pelo que fui…não pelo que queres que eu seja…
Olha bem, pensa ainda melhor na resposta que darás…
Mede bem as tuas palavras e prova-mas de forma incontestável…
Não te afastes…nunca, mesmo que eu o mereça, mesmo que eu o queira fazer, nunca deixes…
Faz a minha vida valer a pena, no meio de tanta falsidade, egoísmo e hipocrisia…
Porque eu olharei dentro dos teus olhos…
Na esperança, não de encontrar quem tu foste, muito menos de quem eu queria que tu fosses…
Na esperança de encontrar a sinceridade, a lealdade e a amizade…
Na esperança de saber que tu continuas a ser tu, apesar de tudo…
Na esperança de conseguir provar o quanto o mundo estava errado ao julgar-te…
Na esperança de valer a pena gostar de ti pelo que és…
Ainda encontrarás pequenos fragmentos da pessoa que um dia fui?
Ainda saberás que sou eu?
Terei mudado para melhor ou pior?
Terá valido a pena a mudança?
Não sei, não quero saber …
Só quero que gostes de mim pelo que sou…não pelo que fui…não pelo que queres que eu seja…
Olha bem, pensa ainda melhor na resposta que darás…
Mede bem as tuas palavras e prova-mas de forma incontestável…
Não te afastes…nunca, mesmo que eu o mereça, mesmo que eu o queira fazer, nunca deixes…
Faz a minha vida valer a pena, no meio de tanta falsidade, egoísmo e hipocrisia…
Porque eu olharei dentro dos teus olhos…
Na esperança, não de encontrar quem tu foste, muito menos de quem eu queria que tu fosses…
Na esperança de encontrar a sinceridade, a lealdade e a amizade…
Na esperança de saber que tu continuas a ser tu, apesar de tudo…
Na esperança de conseguir provar o quanto o mundo estava errado ao julgar-te…
Na esperança de valer a pena gostar de ti pelo que és…
23.3.09
não quero...

O sol perdeu o calor, a lua o seu brilho, a comida sabor e eu a mim mesma…
Tu perdeste importância, limitas-te a confundir-te entre as névoas da minha vida…
Hoje não és mais que UM entre a multidão, mesmo quando eu queria que tivesses sido O entre a mesma… mas agora pouco importa, se te encontro ou se te fujo, se te odeio ou se te amo, agora nada mais tenho a dizer, nada mais tenho a fazer, nada mais tenho a esperar…
Apenas perdida entre a multidão dou continuação à minha caminhada, não te procuro, nem te quero encontrar, apenas me limito a continuar…
Não sei quem sou, quem fui, muito menos quem serei, apenas não quero ser como sou… Porque hoje, em mim, tudo me lembra de ti…
Não quero escrever mais um texto, mais um texto sobre ti, para ti… não quero usar mais palavras de tristeza, amargura, ou frustração…
Não quero pensar no que podia ter sido e não foi, nem nos motivos porque não o foi…
Não quero pensar, não quero sentir, já não quero nada, apenas queria esquecer, esquecer-me de ti, esquecer-me de mim…
Na escuridão me encontro agora, envolta em frio me sinto, como idiota me defino, por querer de mais, por precisar de mais, de ti, do mundo, de tudo e de nada…
Talvez, por precisar e querer em demasia, me tenha entregado por completo, sem medir riscos e consequências, e nos destroços em que me deixaste apenas resta o vazio…
Um vazio de tal forma atroz, que nem tu poderias agora preencher, não quero que te sintas importante para mim, mesmo que o tenhas sido, mesmo que ainda o sejas, muito menos que de mim tenhas pena, porque se nesta história existe um culpado, a mim cabe cumprir a sentença, pois a culpa apenas minha foi…
Não quero que me ames ou que me odeies, pois hoje em mim já nada existe que mereça o que quer que seja, não quero ser a amiga muito menos a amante, só quero que me devolvas o sorriso que me roubaste, por mais triste que fosse, apenas quero de volta a inocência de nunca ter amado…
E entre uma mentira e outra a mim me engano, a ti omito, ao mundo escondo, tudo o que sinto, quando apenas mo apetece gritar…
Tu perdeste importância, limitas-te a confundir-te entre as névoas da minha vida…
Hoje não és mais que UM entre a multidão, mesmo quando eu queria que tivesses sido O entre a mesma… mas agora pouco importa, se te encontro ou se te fujo, se te odeio ou se te amo, agora nada mais tenho a dizer, nada mais tenho a fazer, nada mais tenho a esperar…
Apenas perdida entre a multidão dou continuação à minha caminhada, não te procuro, nem te quero encontrar, apenas me limito a continuar…
Não sei quem sou, quem fui, muito menos quem serei, apenas não quero ser como sou… Porque hoje, em mim, tudo me lembra de ti…
Não quero escrever mais um texto, mais um texto sobre ti, para ti… não quero usar mais palavras de tristeza, amargura, ou frustração…
Não quero pensar no que podia ter sido e não foi, nem nos motivos porque não o foi…
Não quero pensar, não quero sentir, já não quero nada, apenas queria esquecer, esquecer-me de ti, esquecer-me de mim…
Na escuridão me encontro agora, envolta em frio me sinto, como idiota me defino, por querer de mais, por precisar de mais, de ti, do mundo, de tudo e de nada…
Talvez, por precisar e querer em demasia, me tenha entregado por completo, sem medir riscos e consequências, e nos destroços em que me deixaste apenas resta o vazio…
Um vazio de tal forma atroz, que nem tu poderias agora preencher, não quero que te sintas importante para mim, mesmo que o tenhas sido, mesmo que ainda o sejas, muito menos que de mim tenhas pena, porque se nesta história existe um culpado, a mim cabe cumprir a sentença, pois a culpa apenas minha foi…
Não quero que me ames ou que me odeies, pois hoje em mim já nada existe que mereça o que quer que seja, não quero ser a amiga muito menos a amante, só quero que me devolvas o sorriso que me roubaste, por mais triste que fosse, apenas quero de volta a inocência de nunca ter amado…
E entre uma mentira e outra a mim me engano, a ti omito, ao mundo escondo, tudo o que sinto, quando apenas mo apetece gritar…
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22.3.09
a lágrima

Devagarinho ela vai rolando pela face, lágrima triste e solitária, mas sobretudo teimosa por sempre cair no momento mais inoportuno…
Nela vai concentrada a dor de todo um mundo, secreto e pessoal, manifestação única de sentimentos calados, receios latentes, esperança perdida…
Assim vai ela rolando, uma e outra vez, esperando ser notada por alguém, aguardando que alguém a venha libertar dessa tarefa inglória, tentando que alguém descodifique os seus incontáveis significados…
Mas ninguém chega, ninguém parece reparar nela sequer, talvez seja por ela ser tão silenciosa, talvez seja por ela ser tão solitária...
Talvez se ela fosse diferente a sua sina fosse outra, mas se assim fosse perderia toda a sua essência, todo o que a distingue das restantes lágrimas…
Por isso apenas se limita a continuar a rolar, a cair como sempre, para sempre…
Nela vai concentrada a dor de todo um mundo, secreto e pessoal, manifestação única de sentimentos calados, receios latentes, esperança perdida…
Assim vai ela rolando, uma e outra vez, esperando ser notada por alguém, aguardando que alguém a venha libertar dessa tarefa inglória, tentando que alguém descodifique os seus incontáveis significados…
Mas ninguém chega, ninguém parece reparar nela sequer, talvez seja por ela ser tão silenciosa, talvez seja por ela ser tão solitária...
Talvez se ela fosse diferente a sua sina fosse outra, mas se assim fosse perderia toda a sua essência, todo o que a distingue das restantes lágrimas…
Por isso apenas se limita a continuar a rolar, a cair como sempre, para sempre…
21.3.09
tu foste...
Tu foste....
Tu foste tudo e mais alguma coisa para mim...
Tu foste a minha razão de sorrir todos os dias, mas também a minha razão de querer chorar ultimamente....
Tu foste o meu porto de abrigo tantas e tantas vezes mas também a minha tempestade pessoal ....
Tu foste a minha mais linda ilusão, mas também a minha mais dolorosa desilusão...
Tu foste a luz ao fundo túnel, a minha estrela guia...
Tu foste sonho maravilhoso, mas também dura realidade....
Tu foste a minha lição de vida, muito daquilo que me fez crescer e mudar....
Tu foste a minha consciência, mas também a minha irracionalidade....
Tu foste a minha agradável surpresa, a minha maior confusão....
Tu foste a pessoa de quem eu mais gostei, por quem mais lutei, mas também quem mais me fez sofrer....
Tu foste luz e escuridão, sol e chuva, barulho e silencio....
Tu foste a minha causa perdida, a minha utopia, a minha quimera.....
Tu foste o amigo de todas a horas, mas também por vezes a indiferença personificada...
Tu foste....mas será que ainda és??? Será que sempre vais ser?
Tu foste tudo e mais alguma coisa para mim...
Tu foste a minha razão de sorrir todos os dias, mas também a minha razão de querer chorar ultimamente....
Tu foste o meu porto de abrigo tantas e tantas vezes mas também a minha tempestade pessoal ....
Tu foste a minha mais linda ilusão, mas também a minha mais dolorosa desilusão...
Tu foste a luz ao fundo túnel, a minha estrela guia...
Tu foste sonho maravilhoso, mas também dura realidade....
Tu foste a minha lição de vida, muito daquilo que me fez crescer e mudar....
Tu foste a minha consciência, mas também a minha irracionalidade....
Tu foste a minha agradável surpresa, a minha maior confusão....
Tu foste a pessoa de quem eu mais gostei, por quem mais lutei, mas também quem mais me fez sofrer....
Tu foste luz e escuridão, sol e chuva, barulho e silencio....
Tu foste a minha causa perdida, a minha utopia, a minha quimera.....
Tu foste o amigo de todas a horas, mas também por vezes a indiferença personificada...
Tu foste....mas será que ainda és??? Será que sempre vais ser?
18.3.09
a bailarina

“ Era aquele, o momento pelo qual esperava todo o dia…
Todos os dias, ao fim da tarde, a menina abria a caixinha junto à janela, e todos os fins de tarde, a bailarina, da sua caixinha de música via o mundo através daquela janela…
Dançava e rodopiava até a menina se fartar e ir brincar, mas enquanto efectuava aqueles movimentos tão mecânicos, ia olhando para a janela…
Todos os dias o mesmo ritual, todos os dias ela o procurava, todos os dias o esperava e todos os dias ele passava acompanhado pela sua mãe…
A bailarina sabia que se apaixonara assim que o vira, sabia igualmente que não poderia esperar mais nada dele, mas era feliz por todos os dias o poder ver…
Naquele dia a menina decidira mudar a sua rotina, chegada da escola, pegou na pequena caixa e decidiu abri-la no jardim…
A bailarina estava encantada, iria poder vê-lo de perto! Então algo inesperado aconteceu…o menino não se limitara a passar com a mãe, atravessara o portão e viera brincar com a menina…
Os meninos conversavam, apercebeu-se entretanto…conversavam sobre a caixinha de musica…
O menino concordava com a menina, nas muitas qualidades da bailarina, mas afirmava preferir a sua bola...
Decidiram ir brincar (coisas de criança..não conseguem fazer o mesmo durante muito tempo...), deixando a bailarina a dançar incessantemente junto da bola…
Mais uma vez ela dançava e rodopiava, mas chorando em silêncio, chorando pelo seu amor impossível, chorando por possuir todas as qualidades enumeradas, chorando porque não as queria mais, chorando porque apenas queria poder ser aquela bola ao seu lado, chorando por apenas querer ser amada por ele…
Todos os dias aguardava aquele momento, o momento de o ver novamente, porque mesmo que isso despedaçasse o seu minúsculo coração, era o motivo que fazia valer a pena o resto do dia…
Agora só necessitava de aprender a viver com os dias em que o menino não vinha, não atravessava o jardim para brincar com a menina…Mas ela continuava a dançar e rodopiar, sempre, sem nunca parar…”
Todos os dias, ao fim da tarde, a menina abria a caixinha junto à janela, e todos os fins de tarde, a bailarina, da sua caixinha de música via o mundo através daquela janela…
Dançava e rodopiava até a menina se fartar e ir brincar, mas enquanto efectuava aqueles movimentos tão mecânicos, ia olhando para a janela…
Todos os dias o mesmo ritual, todos os dias ela o procurava, todos os dias o esperava e todos os dias ele passava acompanhado pela sua mãe…
A bailarina sabia que se apaixonara assim que o vira, sabia igualmente que não poderia esperar mais nada dele, mas era feliz por todos os dias o poder ver…
Naquele dia a menina decidira mudar a sua rotina, chegada da escola, pegou na pequena caixa e decidiu abri-la no jardim…
A bailarina estava encantada, iria poder vê-lo de perto! Então algo inesperado aconteceu…o menino não se limitara a passar com a mãe, atravessara o portão e viera brincar com a menina…
Os meninos conversavam, apercebeu-se entretanto…conversavam sobre a caixinha de musica…
O menino concordava com a menina, nas muitas qualidades da bailarina, mas afirmava preferir a sua bola...
Decidiram ir brincar (coisas de criança..não conseguem fazer o mesmo durante muito tempo...), deixando a bailarina a dançar incessantemente junto da bola…
Mais uma vez ela dançava e rodopiava, mas chorando em silêncio, chorando pelo seu amor impossível, chorando por possuir todas as qualidades enumeradas, chorando porque não as queria mais, chorando porque apenas queria poder ser aquela bola ao seu lado, chorando por apenas querer ser amada por ele…
Todos os dias aguardava aquele momento, o momento de o ver novamente, porque mesmo que isso despedaçasse o seu minúsculo coração, era o motivo que fazia valer a pena o resto do dia…
Agora só necessitava de aprender a viver com os dias em que o menino não vinha, não atravessava o jardim para brincar com a menina…Mas ela continuava a dançar e rodopiar, sempre, sem nunca parar…”
17.3.09
momentos
Há momentos assim…
Momentos onde nada parece ter graça, momentos em que ficamos absortos do que nos rodeia, onde sorrimos só para descansar quem nos observa, momentos onde a tristeza nos invade sem motivo aparente…
Momentos onde nos sentimos impotentes por querer lutar contra essa apatia e nada parecer resultar, por querer perceber o motivo da mesma para a podermos combater, e a resposta parece querer esconder-se…
Momentos onde parece tão difícil continuar em frente, acreditar nas palavras dos outros ou em nós mesmos…
Momentos onde a única pergunta que nos surge, que se instala e perturba constantemente é… “a onde é que falhei?”…mas a resposta tarda a chegar e se chega talvez nem sempre acreditemos nela…Momentos onde a escuridão nos engole e as lágrimas correm livremente pela nossa cara sem parecerem querer parar algum dia…
Mas depois há outro tipo de momentos…
Momentos em que a ajuda chega de lugares inesperados, nas alturas mais imprevistas, sob inúmeras formas…pode ser de uma pessoa amiga, pode ser de alguém que acabas de conhecer, pode ser por mero acaso, pode ser numa palavra, num gesto, num sorriso…
Momentos onde te sentes reconfortada, onde te sentes apoiada e grata por poderes ter aquelas pessoas na tua vida, grata por elas verem o melhor que existe em ti mesmo quando nem tu mesma o consegues ver…
Momentos onde encontras finalmente um pouco de paz, onde encontras um lugar que te proporciona o sossego que tanto precisas, onde podes fechar os olhos e sentir o vento na cara e sorrir por finalmente teres conseguido vencer essa apatia…
Momentos únicos, insubstituíveis, que perduram na memória., momentos que parecem querer ganhar vontade própria para assim poderem acontecer novamente…
Momentos que não queremos que acabem por serem tão bons…
Momentos…bons e maus...porque a vida é assim...feita de momentos…
Momentos onde nada parece ter graça, momentos em que ficamos absortos do que nos rodeia, onde sorrimos só para descansar quem nos observa, momentos onde a tristeza nos invade sem motivo aparente…
Momentos onde nos sentimos impotentes por querer lutar contra essa apatia e nada parecer resultar, por querer perceber o motivo da mesma para a podermos combater, e a resposta parece querer esconder-se…
Momentos onde parece tão difícil continuar em frente, acreditar nas palavras dos outros ou em nós mesmos…
Momentos onde a única pergunta que nos surge, que se instala e perturba constantemente é… “a onde é que falhei?”…mas a resposta tarda a chegar e se chega talvez nem sempre acreditemos nela…Momentos onde a escuridão nos engole e as lágrimas correm livremente pela nossa cara sem parecerem querer parar algum dia…
Mas depois há outro tipo de momentos…
Momentos em que a ajuda chega de lugares inesperados, nas alturas mais imprevistas, sob inúmeras formas…pode ser de uma pessoa amiga, pode ser de alguém que acabas de conhecer, pode ser por mero acaso, pode ser numa palavra, num gesto, num sorriso…
Momentos onde te sentes reconfortada, onde te sentes apoiada e grata por poderes ter aquelas pessoas na tua vida, grata por elas verem o melhor que existe em ti mesmo quando nem tu mesma o consegues ver…
Momentos onde encontras finalmente um pouco de paz, onde encontras um lugar que te proporciona o sossego que tanto precisas, onde podes fechar os olhos e sentir o vento na cara e sorrir por finalmente teres conseguido vencer essa apatia…
Momentos únicos, insubstituíveis, que perduram na memória., momentos que parecem querer ganhar vontade própria para assim poderem acontecer novamente…
Momentos que não queremos que acabem por serem tão bons…
Momentos…bons e maus...porque a vida é assim...feita de momentos…
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15.3.09
há pessoas e pessoas...
Há pessoas e pessoas…
Pessoas que surgem na nossa vida, se instalam nela, a entrelaçam de tal modo com a sua que já não imaginamos a nossa vida sem elas, que a modificam por completo, seja porque nos obrigam a mudar, seja porque vivem tanta coisa connosco, bons e maus momentos, que passas a contar com elas sempre lá…
Pessoas que quando o seu caminho se cruza com o nosso, tornam tão difícil continuar quando estes se separam novamente…mesmo que o caminho delas passe a ser paralelo ao nosso e haja a possibilidade de fazermos um “desvio” sempre que a saudade aperte, por simplesmente já não ser a mesma coisa…
Pessoas que te marcam, por serem únicas, por te fazerem sorrir, por seres uma pessoa melhor desde que as conheces…
Pessoas que adoras, que defendes com “unhas e dentes”…
Mas depois há outro tipo de pessoas…
Pessoas que te desiludem, que te fazem sofrerem, que mentem, que só trazem confusão, tristeza e decepção para a tua vida, que ao contrário das anteriores não mostram qualquer tipo de arrependimento por isso…
Pessoas de quem acabas por ter pena, por simplesmente não se aperceberem que são elas as maiores prejudicadas…
Pessoas a quem acabas por te demonstrar superiores a elas, e deixas de lhes dar a importância que elas gostariam…
Pessoas que te ensinam a valorizar as pessoas acima referidas, que te ensinam o quão especiais estas são e a sorte que tens em as ter na tua vida…=)
Existem pessoas e pessoas….mas precisas de todas elas para evoluíres, crescer e aprender…=)
Pessoas que surgem na nossa vida, se instalam nela, a entrelaçam de tal modo com a sua que já não imaginamos a nossa vida sem elas, que a modificam por completo, seja porque nos obrigam a mudar, seja porque vivem tanta coisa connosco, bons e maus momentos, que passas a contar com elas sempre lá…
Pessoas que quando o seu caminho se cruza com o nosso, tornam tão difícil continuar quando estes se separam novamente…mesmo que o caminho delas passe a ser paralelo ao nosso e haja a possibilidade de fazermos um “desvio” sempre que a saudade aperte, por simplesmente já não ser a mesma coisa…
Pessoas que te marcam, por serem únicas, por te fazerem sorrir, por seres uma pessoa melhor desde que as conheces…
Pessoas que adoras, que defendes com “unhas e dentes”…
Mas depois há outro tipo de pessoas…
Pessoas que te desiludem, que te fazem sofrerem, que mentem, que só trazem confusão, tristeza e decepção para a tua vida, que ao contrário das anteriores não mostram qualquer tipo de arrependimento por isso…
Pessoas de quem acabas por ter pena, por simplesmente não se aperceberem que são elas as maiores prejudicadas…
Pessoas a quem acabas por te demonstrar superiores a elas, e deixas de lhes dar a importância que elas gostariam…
Pessoas que te ensinam a valorizar as pessoas acima referidas, que te ensinam o quão especiais estas são e a sorte que tens em as ter na tua vida…=)
Existem pessoas e pessoas….mas precisas de todas elas para evoluíres, crescer e aprender…=)
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