4.10.13

Os meus pequenos nadas: a minha viagem de sonho...

         (Salzkammergut, Áustria)

Não sei muito bem o porquê deste país ser tão fascinante para mim...apenas sei que sonho visita-lo desde pequena e que agora como nunca, tenho a certeza que um dia, de alguma forma me perderei por paisagens idênticas a esta...

*Imagem daqui

26.9.13

Porque nos últimos tempos andei a explorar e a deixar-me maravilhar por alguns cantos e recantos deste nosso Portugal, é bom contudo ser relembrada das próprias maravilhas da minha cidade!



Selinho


Oferecido pela Paula (obrigada linda!) do blog Suspiros de um amanhecer, é um selo para ser oferecido aos blogs que consideremos como sendo reais (ainda que eu não saiba bem em que consiste esta definição), e exige a resposta a duas perguntas:

O que mais gostas na vida?
Dos meus pequenos nadas: os abraços, as gargalhadas e sobretudo as pessoas que constituem o meu mundo...

Há alguma mensagem que queiras partilhar?
Talvez apenas aquela muito cliché....sejam felizes (no fundo é o mais importante não)?

Como disse em cima não percebo bem a definição do selo e como para mim todos os blogs que sigo são reais por serem escritos por pessoas e para pessoas....deixo o selo a quem o quiser levar :)

23.9.13

...ainda falta muito para o fim do ano?

#modo queixinhas ligado....ainda falta muito para o fim do ano? É que 2013 até aqui quase que só me tem brindado com desilusão atrás de desilusão, estou cansada de procurar o lado bom de cada situação (por muito má que ela seja). Preciso de um recomeço, de um novo ano cheio de possibilidades! #modo queixinhas desligado

* Faltas-me tu, para me "dares na cabeça", até eu deixar de dar importância a quem não a merece!

20.9.13

Os meus pequenos nadas: eu e a saudade...

Quando o assunto é saudade eu sou extremamente portuguesa, sou saudosista até à modula...sou "apegada" por defeito a momentos e pessoas, cheiros e sensações, músicas e palavras...então acho que vivo em constante saudade, de alguém, de algo e às vezes até de mim mesma...
Não vivo contudo no passado, sei perfeitamente que cada novo amanhecer é um presente, uma oportunidade de criar novas e inesquecíveis memórias, já não sou tão "dependente" das pessoas como outrora e acredito que hoje sei quem me é essencial, quem teve um papel importante no meu caminho mas dele não faz mais parte (por todo um conjunto variado de motivos) e quem simplesmente não vale o meu tempo...
Sim,  se fosse um sentimento talvez fosse saudade e como tal, desde cedo aprendi a lidar com a mesma, se sinto a falta de alguém: ligo, procuro, faço-lhe saber; se sinto a falta de algo: rapidamente o procuro; ou se as memórias e recordações sem aviso prévio me visitam, deixo facilmente que as mesmas me inundem e estampem uma sorriso sereno nos meus lábios...
Não me considero por norma uma pessoa nostálgica ou melancólica, mas confesso que no último mês a saudade não tem "jogado limpo" comigo...
Como posso aliviar a falta que alguém me faz, quando já não mais lho posso dizer?
Como tapar "o buraco" enorme que na minha vida ficou, quando de um momento para o outro aquele "algo" tão nosso, tão único, me foi arrancado?
Só me resta as lembranças, mas essas rapidamente me traem também e escondem os pequenos pormenores que as faziam únicas...a melodia de uma voz, as palavras exactas proferidas, um cheiro...


* imagem daqui....e adorei a definição de saudade que encontrei aqui

17.9.13

Desabafo#2

... e quanto mais tempo passa, mas aumenta o meu medo de que aquela "tristeza" que um dia tentaram apagar do meu olhar tenha voltado para ficar de vez...que aquela menina que era extremamente sentimental e carinhosa com o próximo se torne de dia para dia cada vez mais cínica e amarga, cedendo finalmente à crueza desta vida...
...quanto mais o tempo passa, mais aumenta o meu medo de me olhar ao espelho e já não conseguir encontrar sequer um pedaço do melhor que em mim um dia, me fizeram descobrir...

*imagem daqui

12.9.13

Eu e a religião...

Desde que me lembro de ser gente que fui educada na fé católica, fui baptizada, frequentei assiduamente a catequese, e apenas não sou crismada (porque o sr. Bispo da minha Diocese teima em não vir à Freguesia e o Pároco da mesma teima em "não deixar" os fiéis fazê-la fora dela).
Não sou uma devota acérrima, tenho a minha própria visão da fé e de Deus, acredito piamente que tem que existir algo maior que me guie e dê um mínimo sentido a esta vida por vezes tão injusta. Tento, todos os dias agradecer aquilo que tenho, aquilo que conquisto/alcanço ao mesmo tempo que peço orientação para os meus passos e  protecção para todos aqueles que me amam e que amo...
Acredito que cada um seja livre de ter (ou não) a relação com a religião que desejar e por norma sou bastante reservada no que toca a este assunto, contudo se hoje toco no mesmo (e o faço de uma forma tão pública) é apenas porque a minha relação com esta, nunca esteve tão tremida e uma vez mais procuro colocar alguma ordem na confusão em que a minha cabeça e o meu coração se encontram.
Quando se perde alguém é difícil aceita-lo (exista ou não fé), as palavras são ocas e muitas vezes apenas mais um lugar comum, a procura por algo ou alguém que nos conforte é inevitável (ou pelo menos foi-o para mim)...
Contudo, a aceitação e o tão almejado "seguir em frente" tornam-se extremamente difíceis quando quem representa a religião que sigo se mostra de uma insensibilidade atroz e tamanha falta de tacto (sobretudo quando supostamente lida com questões como a perda e o luto tão regularmente), que nada melhor tenha a dizer, durante o sermão de uma missa de primeiro mês, do que apenas e passo a citar "o seu tempo aqui na Terra chegou ou fim", "nada mais precisava de dar" ou "os seus dias estavam contados", como foi hoje tantas e tantas vezes repetido.
Tenho dificuldade em lidar e aceitar a morte, sobretudo assim, repentina e tão cedo, de alguém que ainda tinha tanto para viver. Como tal  nunca tentei informar-me mais sobre o assunto e confesso que apenas sei o básico defendido pela fé católica: que a devemos aceitar e acreditar que a pessoa que parte, será absolvida de todos os seus pecados e como tal acolhida junto ao Senhor, todavia não acho de todo que o discurso hoje proferido por este representante da igreja tenha sido o mais adequado para qualquer um dos pais, familiares e amigos ali presentes e que apenas tentam de qualquer forma aplacar a dor.
Na impossibilidade de ter uma resposta à pergunta que não cala no fundo da minha mente (porquê), apenas gostaria de receber palavras que de alguma forma transmitissem a mim, mas sobretudo aquelas famílias enlutadas hoje, ali presentes, algum alento, por mais ínfimo que fosse...
Assim torna-se difícil seguir activamente uma fé, onde os párocos me parecem tão mal preparados.

Peço desculpa pelo desabafo enorme e confuso a quem me lê, mas este espaço é primeiramente meu, e tal como o nome indica, é apenas e só o meu reflexo.

"Há uma única religião, embora haja centenas de versões da mesma." 
George Bernard Shaw


A ti, que provavelmente te ririas de todo este "filme",
que me moirias o juízo com todos os teus argumentos
racionais e lógicos, contra cada um dos meus emocionais
e espirituais...
espero sinceramente que estejas melhor onde quer que estejas,
que a minha teimosia prevaleça sobre a tua e que um dia,
seja lá quando e onde for, 
nos possamos reencontrar e falar sobre o tanto que ficou por dizer...

10.9.13

...das músicas da minha vida...



...este fim de semana tive a oportunidade de ver e ouvir, ao vivo um concerto desta senhora e se antes já era fã, fiquei completamente rendida a esta voz, ao profissionalismo e principalmente à interacção constante com o público durante todo o concerto.
Ouvir este tema, naquele momento a embalar-me as memórias a ele associado, teve o seu quê de mágico!
Sim, Portugal tem coisas muito boas e esta, é apenas uma entre as muitas outras.


"Depois do silêncio, o que mais se aproxima de expressar o inexprimível é a música"
Aldous Huxley

5.9.13

Para a irmã mais imperfeitamente perfeita do mundo....

És chata, irritante e melga na maioria dos dias, adoras achar que agora longe, tens que zelar pelo meu bem estar....
És trocista e brincalhona e eu sou um dos teus alvos preferidos...damos-nos bem (melhor longe do que perto) e conseguimos até ser bastante civilizadas, desde que não passemos mais de 24h no mesmo espaço...
Fazes parte da minha vida desde que me lembro de ser gente e praticamente desde dessa altura que sou mais "mãe galinha" contigo do que propriamente uma irmã mais velha...e como tal, sou chata, irritante e melga muitas vezes também (eu bem sei que não és só tu)!
Adoro-te minha melga preferida, fazes-me falta...sê feliz (mas com juízo!).
Para a irmã mais imperfeitamente perfeita do mundo....feliz dia do irmã(o)!

"Ter um irmão é ter, para sempre, uma infância lembrada com segurança em outro coração" 
Tati Bernardi

*imagem daqui